Bora?

20/06/2018


Mini conto escrito por Nathaly Dantas {Todos os direitos reservados}
O dia amanheceu chuvoso e estava fazendo um friozinho. Abri os olhos e me espreguicei, bocejando em seguida. Me virei e o vi dormindo, ri baixinho ao perceber que Daniel estava descoberto, porque eu tinha pego o edredom todo para mim, será que isso é novidade? Aproximei-me dele, cobrindo-o e o abracei, encaixando minha cabeça entre seu ombro e queixo. 
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Apenas vem

17/06/2018


Poema escrito por Nathaly Dantas {Todos os direitos reservados}
Vem 

Vem e não pensa duas vezes 

Só vem
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Sob a magia do luar

03/06/2018





Editora: Amazon
Autora: Tânia Picon
Número de páginas: 109
Sinopse: Katherine Moore aprendeu a se controlar, desde pequena simulando uma calma que por dentro não sentia. Aceitou o seu destino, selado desde seu nascimento, bem como o seu compromisso de casamento, arranjado como foi no caso de seus pais. 
Até o dia em que um incidente faz com que ela não passe a ver seu futuro marido com bons olhos. Ela não o tolera, mas também se controla e não diz a ele as coisas que gostaria. Aliás, ela não diz quase nada a ele.
Então, em uma noite, antes de selar seu compromisso, Katherine resolve ir a um baile de máscaras. Sob a fantasia e sob a magia do luar, ela sente-se livre para ser ela mesma pela primeira vez em anos. O que Katherine não sabe, e que talvez demore a descobrir, é que esse baile poderá mudar tudo.


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A fera e o belo

01/06/2018




Editora: Amazon
Autora: Tânia Picon
Número de páginas: 57
Sinopse: Um conto infanto-juvenil. Sempre ouvimos dizer que é necessário amar a si mesmo para podermos amar alguém. E assim é a história de Isabela. Antigamente Bela, hoje só Isa. Porque, segundo ela, ninguém com a sua aparência pode ter esse nome. Em um dia, um acidente pode mudar tudo. E algumas feridas só o tempo, ou o amor, pode curar. E em outro dia, também chuvoso, as coisas podem começar a se consertar. Basta que um desconhecido, não tão desconhecido assim no caso de Isabela, bata a sua porta. Porque a vida real pode voltar a ser cor-de-rosa também, como nos livros, se a gente se permitir.
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